Praça Batista Campos / Belém-PA
(...) E se todos tivessem tempo para rever seus conceitos, anular todo pensamento medíocre e mesquinho, o mundo seria diferente. Se aceitar a sua condição significa um martírio, o que se impões talvez não esteja certo.
(anônimo no banco da Praça Batista Campos,
cartão postal de Nossa Senhora de Belém do Grão-Pará)
Não resisti. Parei para escutar discretamente a conversa do casal. Momento de reflexão e divagação fortuita. Quando estamos fora de casa, caminhar pelas ruas da nova cidade é obrigatório. O passeio público torna-se um minilaboratório do comportamento humano. Ali na praça não poderia ser diferente. Mesmo a visitado em outra época, os sons, cheiros e aromas foram diferentes. De fato, um lugar bucólico que parece perdido na cidade de aranha-céus e desigualdade. Pausa para uma juçara* na esquina com a Serzedelo Correia.
* é como se diz açaí no Maranhão

Com essa deu até para sentir novamente o calor de Belém. Mas espero que sua temporada por lá tenha lhe trazido recordações melhores. Qualquer coisa você faz como eu: deleta as experiências ruins e leva para casa apenas as felizes, não é hipocrisia, é sobrevivência, meu amigo! Beijos! E que venham mais doses...
ResponderExcluirHehehe, show de bola, Lili. Experi única e sem dúvida nenhuma, só as melhores lembranças ficarão. Bjos
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